Mande sua mensagem também nas redes sociais.

Atividade Parlamentar

Audiência Pública debate sobre síndrome de down e qualidade de vida

postado em 14/06/2016 04:06

A comissão de Saúde da Assembleia Legislativa da Bahia, reuniu na manhã desta terça-feira (14) profissionais da área de saúde, assistentes sociais e educadores para uma audiência pública sobre Síndrome de Down e qualidade de vida para os portadores.

A síndrome de Down é causada pela presença de três cromossomos 21 em todas ou na maior parte das células de um indivíduo. Isso ocorre na hora da concepção de uma criança. As pessoas com síndrome de Down, tem 47 cromossomos em suas células em vez de 46, como a maior parte da população.

sd

As crianças, os jovens e os adultos com síndrome de Down podem ter algumas características semelhantes e estar sujeitos a uma maior incidência de doenças, mas apresentam personalidades e características diferentes e únicas.

A síndrome é a ocorrência genética mais comum que existe, acontecendo em cerca de um a cada 700 nascimentos, independentemente de raça, país, religião ou condição econômica da família.

O objetivo da audiência pública é debater e encontrar medidas e propostas para melhorar a qualidade de vida dos portadores de Síndrome de Down. “Precisamos conhecer melhor essa realidade e pensar em políticas públicas e em ações futuras para proporcionar melhores condições de vida para essas pessoas e essas famílias” disse o deputado estadual Alex da Piatã, presidente da Comissão de Saúde.

sd1

Uma das palestrantes da audiência foi a médica geneticista Helena Pimentel que tem um longe trabalho e experiência com a Síndrome de Down, “é preciso informar as pessoas, os profissionais de saúde precisam conhecer melhor a Síndrome de Down, para o diagnostico seja preciso, precoce e o paciente e as famílias tenham o atendimento correto.” disse a especialista.

A médica Lívia Borges também participou do evento e falou sobre os direitos sociais das pessoas com síndrome de down “precisamos garantir os direitos civis, políticos e sociais. As pessoas com síndrome de down tem o direito de trabalhar, estudar e ter atendimento médico. É preciso ter oportunidade para garantir esses direitos.”