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Atividade Parlamentar

Secretário da Casa Civil garante conclusão da Fiol e Porto Sul para 2017

postado em 13/05/2015 06:05

“Temos certeza que as obras da Fiol serão concluídas em 2017 e as do Porto Sul em 2019”. Essa foi a afirmação do secretário da Casa Civil, Bruno Dauster, durante audiência pública na Comissão Especial da Ferrovia de Integração Oeste-leste (Fiol) e Porto Sul, desta quarta-feira (13).

Na ocasião, o secretário apresentou detalhadamente as fases das obras da Fiol, considerando a data prevista do final de 2017 para a sua conclusão. Foi informado também que os atrasos nos pagamentos dos funcionários da Valec, estatal responsável pela execução das obras, foram regularizados até o mês de março, faltando verificar os resultados das atividades do mês de abril para a realização dos pagamentos. O que segundo Dauster, mantém a construção como prioridade nas obras do governo Federal.

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Estiveram presentes, além dos deputados que formam a comissão, os coordenadores técnico e executivo de infraestrutura da Casa Civil, José Carlos e Eracy Lafuente, respectivamente, o representante da Seinfra, Janari Teixeira, dentre outros.

“Estamos cientes das dificuldades pelas quais passam os empreendimentos e, por isso, estamos em uma maratona para ouvir os representantes das entidades envolvidas nos projetos e detectarmos saídas aos obstáculos atuais. A nossa intenção é colocar os trabalhos da Fiol de novo nos trilhos e ver o início das obras do Porto Sul ainda em 2015”, declarou a presidente do colegiado, deputada Ivana Bastos (PSD).

Em relação a mudança no traçado da ferrovia, fazendo a conexão final com a ferrovia Norte-Sul em Campinorte, no estado de Goiás, ao invés de Figueropólis, no Tocantins, o gestor destacou a necessidade da modificação para aumentar a atração econômica e transformar o Nordeste num dos maiores polos de exportação do país, viabilizando ainda mais o Porto Sul.

Ao tratar do Porto Sul, Brundo Dauster afirmou que as obras serão iniciadas ainda este ano, com previsão de conclusão em 2019, mas trabalhando para findá-las em 2018. Um dos principais entraves apontados foi a liberação da licença de instalação, ocorrida somente em dezembro de 2014. Já a licença de supressão vegetal está prevista para ser liberada dentro de 60 dias.

Entretanto, o secretário salientou que o estado encomendou um estudo para uma nova tecnologia de quebra-mar, produzido com caixões pré-moldados, já utilizado por diversos países, o que reduzirá pela metade o tempo de implantação e o custo da obra de R$ 3 bi para R$ 1,4 bi. Ainda esclarecendo questionamentos dos presentes, Dauster afirmou que a Bahia Mineração continuá responsável pelas obras do porto, e que a empresa segue comprometida em cumprir as cláusulas do contrato.