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Oposição apoia reeleição de Marcelo Nilo para presidência da Assembleia – Tribuna

postado em 28/11/2014 05:11

Após muitas discussões, a bancada de oposição oficializou ontem o discurso sobre a sucessão para a presidência da Assembleia Legislativa, no próximo biênio da 18ª legislatura.

Os deputados haviam se reunido com dois dos candidatos: Marcelo Nilo (PDT), que concorre para o quinto mandato na cadeira de presidente, e Rosemberg Pinto (PT), onde apresentaram o que consideram premissas e prioridades para o comando da Casa, a partir do ano que vem, e como já era cogitado nos bastidores, decidiram caminhar com o dirigente atual, somando os apoios partidários que o pedetista recebeu até o momento.

Os partidos que compõem o grupo oposicionista, DEM, PSDB e PMDB, defenderam uma candidatura única na disputa e frisaram alguns critérios, como a “abertura do Canal TV Assembleia, divisão das atribuições executivas da Mesa Diretora, apreciação de projetos de lei apresentados pelos parlamentares”.

Eles classificaram essas, como condições acatadas pelos candidatos, “visando à preservação da independência do Legislativo; valorização do parlamentar”.

Devem votar a favor de Nilo no bloco da oposição que terá novos membros: Fabio Souto (DEM), Bruno Reis (PMDB), Sandro Régis (DEM), Pedro Tavares (PMDB), Tom Araújo (DEM), Targino Machado (DEM), Leur Lomanto Jr. (PMDB), Adolfo Viana (PSDB), Augusto Castro (PSDB), Pablo Barrozo (DEM), Hildécio Meireles (PMDB), Alex da Piatã (PMDB), Luciano Ribeiro (DEM) e Marcos Prisco (PSDB).

O presidente comemorou a confirmação da Minoria que já o apoia há três mandatos. Nilo justificou o espaço conquistado pelo grupo ao dizer que é presidente de todos.  “Fiquei muito feliz, primeiro porque ninguém tem dúvida da minha lealdade ao governador, porém todos têm certeza que eu tenho sido o presidente do contraditório, que respeita a oposição, que sempre é ouvida na Casa”, enfatizou. Em relação às propostas apresentadas pelos deputados, ele frisou que “todas serão atendidas”.

A oposição deve conquistar na mesa o espaço da 1ª Secretaria, conforme já havia revelado o próprio pedetista.